<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311</id><updated>2012-02-16T05:19:26.905-02:00</updated><title type='text'>Le Petit Prince de les Renards</title><subtitle type='html'>Ídain ar ny guiven bethaid...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-3859672474878502113</id><published>2007-11-12T21:32:00.000-02:00</published><updated>2007-11-12T21:41:15.524-02:00</updated><title type='text'>Continuação...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(204, 153, 51); font-family: courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;    ... mas dessa vez se sentou altivo, porque de outra maneira sentia como se pudesse ser um perdão e não pediria perdão às pedras. Com a mesma altivez, lembrou-se de mirá-las do alto, como um homem que ameaça e que sabe que só o temor inspirado disfarça o temor sentido. Mas as pedras sabiam, também, enquanto pedras, porque sua natureza era de coisa que está lá e o homem que despontava era como a criança que obedece aos pais, mas ele percebeu muito tarde seu erro e não pôde voltar atrás. O que tinha que não podia perder estava ainda pela metade quando sabia que depois poderia &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;tranqüilamente&lt;/span&gt; perder tudo; era na verdade muito simples de perder, pois que precisava  senti-lo constantemente ou seria como agarrar fumaça no ar - é que sabia que os calos na alma não poderiam ser curados uma vez que finalmente desse nome à dor que porventura sentisse, pois é bem verdade que a sentia como alguém sente uma ferida que sangra sem saber.&lt;br /&gt;    Com arrogância maior pois que calculada olhou as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;joaninhas&lt;/span&gt;. 'Ora, mas vai ter um nome'. E por esperteza lembrou-lhes que talvez já até houvesse um, como se palavras &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;sibilinas&lt;/span&gt; fossem imunes a argumentação muda de joaninha, mas sentiu logo pavor. É que não atentou a que eram um enigma para ele na mesma medida que para elas e que se o entendessem primeiro, ele estaria indefeso e teria de ouvi-las de cabeça baixa (e só Deus e ele sabiam que a mudez de uma joaninha argumenta por todos os lados, de maneira que ele seria vencido em várias frentes). Felizmente para &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Thomaz&lt;/span&gt;, elas o ignoraram de modo a que achasse o nome de uma vez ou desistisse. Ele percebeu isso e ficou um pouco sentido - elas também sabiam da importância da procura já que como &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;joaninhas&lt;/span&gt; se chamavam vermelho e negro. Mas é que para ele seria mais complicado pois até agora se virara sem palavras, e quando os dedos aprenderam a reconhecer a vida no frio suor do rosto, a noite teve seu fim e a luz empurrou-o à força de volta ao mundo das palavras - além de elas serem pra enfeitar jardins e comer &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;insetos&lt;/span&gt; e não se haverem dado jamais conta disso.&lt;br /&gt;     'É que precisa um nome', disse às cigarras e &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;joaninhas&lt;/span&gt; em súplica; estas permaneceram mudas, mas as primeiras responderam 'cri' despretensiosas. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Thomaz&lt;/span&gt; levantou-se de um salto, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;aviltado&lt;/span&gt; com a pretensão das cigarras de chamar de 'cri' o que surgira de sua própria mudez. Nunca lhe ocorreria que o nome pudesse significar tanto: embora não houvesse podido achá-lo ainda, sabia que era algo mudo: 'cri' significava tanto na língua das cigarras que sua cabeça começou a doer: 'vai fazer calor amanhã', 'gosto de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;insetos&lt;/span&gt;', 'vivo numa árvore' (!). Não poderia ser tantas coisas porque alguma faltaria como falta a escova de dentes quando se leva muito para uma viagem, de modo que 'cri' era impossível. Aí lembrou de sua mãe, Maria, que jamais poderia ter sido Joana ou Fátima.&lt;br /&gt;     Magoado com as cigarras, decidiu por voltar-lhes as costas e elas fizeram o mesmo com despeito; é que amavam os '&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;cris&lt;/span&gt;', que pra elas eram como a vida e a morte...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-3859672474878502113?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/3859672474878502113/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=3859672474878502113&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/3859672474878502113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/3859672474878502113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/11/continuao.html' title='Continuação...'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-5858996315742325599</id><published>2007-11-07T07:45:00.000-02:00</published><updated>2007-11-07T08:01:52.880-02:00</updated><title type='text'>Mariposa vermelha e negra</title><content type='html'>&lt;div  style="color: rgb(0, 153, 0); font-family: courier new; text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;    (...) Porque era como uma criança a quem disseram 'vai e não abre os olhos e ignora os arranhões' sem se preocupar com que crianças são curiosas e por curiosas são desobedientes e abrem os olhos só quando lhes dizem para não abri-los; e aí a imensidão lhes enche a vista na mesma hora, pois a vastidão imediata é muito agressiva e as horroriza tanto que não podem mais fechá-los e seguem andando só porque o corpo tem seu próprio saber, como se fosse o das plantas que respiram à noite e expiram de dia só pra que você as regue; e tremem as pobres crianças e choram, pois nunca lhes contaram  que machucaria tanto (e nossa! seria como contar o final do filme) cada mariposa de uma nuvem de mariposas que era em conformidade com elas e justamente por causa das outras (e como doía o vento nas asas frágeis de precisa necessidade de continuar sendo! sozinha na dor de estar ali igual às outras) e a pele ardia sob o Sol. E a estrada que era &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;reta&lt;/span&gt; com a escuridão de não vê-la torna-se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;reta&lt;/span&gt; apenas nos grãos de areia que não se pode enxergar pois que são a base de tudo, porque sobretudo, não era &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;reta&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  style="color: rgb(0, 153, 0); font-family: courier new; text-align: justify;font-family:times new roman;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;    E quando escorre a primeira lágrima fria sulca a primeira estrada, e eis que tudo parecem estradas enquanto o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;descalor&lt;/span&gt; da lágrima chega ao chão e esfria os mesmos grãos de areia que antes permitiram que se andasse sobre eles - e eles estalam sob o calor resfriado, com o som das conexões que elas se negavam a ver. Mesmo assim, o absoluto parecia-se-lhes um velho &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;ranzinza&lt;/span&gt; com um cachorro e uma arma no colo que diz não da sua cadeira na varanda, sem nem escutar um súplica; nem piscar lhes era permitido, donde sentiam que só as miragens eram reais, como só é real aquilo que se vê apenas e mais nada; quando se pedia a Deus para ser fulminado por um raio antes de pôr o pé seguinte no chão...&lt;br /&gt;    Uma vaga da velha dignidade pintaria-lhes as faces logo em seguida e ele olhou desaprovador para as &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;joaninhas&lt;/span&gt; que em sua leviandade eram vermelhas e negras como só &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;joaninhas&lt;/span&gt; podiam ser, e era como se a elas apenas fora dado o direito de ser vermelho e negro, e isso era como uma promessa de identidade e elas em resposta o encaravam com a boca cheia de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;inseto&lt;/span&gt; (como uma criança que, pega em falta, pára com um &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;fiapo&lt;/span&gt; de macarrão pra fora da boca e, abdicando de moral para se justificar, sorve-o em seguida com muita calma despretensiosa). &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Estupefato&lt;/span&gt; com a desfaçatez das &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;joaninhas&lt;/span&gt;, apertou o passo decidido a não compactuar com a &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;ostensividade&lt;/span&gt;, pois lhe parecia que não havia de ser ostensivo - é que lhe escapava que para elas o processo é mais simples e termina logo antes de começarem a se reproduzir -, mas logo parou, pois se continuasse seria como o incauto que atravessa o sinal e é atropelado: a pressa não era permitida e 'afinal, não tenho três pés', pensou, suspirando de fingida desolação...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-5858996315742325599?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/5858996315742325599/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=5858996315742325599&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/5858996315742325599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/5858996315742325599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/11/mariposa-vermelha-e-negra.html' title='Mariposa vermelha e negra'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-8907172695018017800</id><published>2007-10-29T22:54:00.000-02:00</published><updated>2007-10-29T23:09:21.626-02:00</updated><title type='text'>A invenção - I Dhrymna</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(204, 153, 51);"&gt;        E foi como um sonho estranho que trazia atrás de si a preocupação dolorosa de ser de fato. Pois eu soube então, sem sombra de dúvida, que tudo estava conectado e isso quer dizer que de fato há desse tudo. Ali, de pé no calor modorrento da noite no jardim, sentia-se o medo horrível de ser, es os passarinhos debochados riam-se da falta de tato humana, que não sabe ser. Mas eles não precisavam de razão... Tampouco precisam as pessoas, mas elas não sabem disso, e eis que como sempre me mantive de pé procurando uma razão pra ser quando não ser parecia muito mais propositado, com a falta de propósito que só se vê no que não é nem nunca será. Mas o que era me feria os olhos e me deixava à beira das lágrimas e era ostensivamente de uma maneira irreal e meio fantasiada que ainda por cima zombava de mim: '- eu sou e ainda me dou o luxo de ser em camadas, como uma torta torta, hahaha!', e aquilo me fez comprimir os lábios em digna desaprovação. Ora, ele também o fizera em seu tempo, como os anteriores a ele, mas de uma maneira menos certeira. Seu novo eu o fazia com a plenitude dos que finalmente abstinham-se de razões e porquês. Atirando-se afinal, gritou com toda a mudez que pôde reunir: '!'. E o mundo aplaudiu com mudez proporcional, pois já vira ato assim dezenas de vezes. As poucas pessoas que são seguiam achando que haviam inventado os saltos, de qualquer jeito, bem como o amor e tudo mais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Homenagem à Ermelinda, que me ensinou tanto...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-8907172695018017800?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/8907172695018017800/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=8907172695018017800&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/8907172695018017800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/8907172695018017800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/10/inveno-i-dhrymna.html' title='A invenção - I Dhrymna'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-5520953700472640121</id><published>2007-09-23T20:07:00.000-03:00</published><updated>2007-09-23T20:15:04.529-03:00</updated><title type='text'>Wendhad</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; font-family: times new roman; color: rgb(51, 153, 153);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E eis que finalmente me movi de fato ou assim me pareceu. Mais do que os quilômetros percorridos, no entanto, senti na pele o próprio pensamento: a percepção causou mais estragos do que a idade jamais poderia causar. Não, dessa vez não culpo o tempo; ele foi até camarada, fez-se notar pela própria natureza de coisa que posiciona todas as outras na ordem mais saudável. Eu que me recusei a escutá-lo e me pus a caminho. Os minutos perdidos ou quase percorrendo a Paulista bem poderiam ter durado um segundo e isso teria significado o mesmo; mas as horas que passei em círculos bem as sinto dobradas: no fim, olhei pra baixo e vi a palma da minha própria mão...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-5520953700472640121?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/5520953700472640121/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=5520953700472640121&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/5520953700472640121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/5520953700472640121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/09/wendhad.html' title='Wendhad'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-2781447702964524213</id><published>2007-09-17T18:58:00.000-03:00</published><updated>2007-09-17T21:08:33.325-03:00</updated><title type='text'>Wendfad...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 255, 255);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt;Não consigo me mexer... Fecho os olhos e me imagino correndo, andando, revolvendo uma caneta entre os dedos, e então olho minhas mãos e elas estão paradas. Fecho os olhos outra vez e imagino as pernas se movendo e se cruzando, sendo pernas que se movem e se cruzam e quando os abro outra vez, estão paradas, sendo nada, porque pernas deveriam se mover e se cruzar... Ergo a cabeça um pouco e sinto que ela vai rolar e que vou poder ver do chão meu corpo sobre a cama. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(255, 255, 255);font-family:times new roman;font-size:130%;"  &gt; Vou escorregando aos poucos, sinto como que uma coisa pegajosa sob as costas e reconheço a vontade e a vontade de vontade, mas continuo parado. Desespero, o mundo todo se torna ruído! Não reconheço nada e me aterroriza o medo da impercepção e o incômodo causado pela importância disso. Estendo a mão, enfim, porque ela só obedece aos seus hábitos: pego um comprimido e volto a me mexer. Não sei se me movo ou não, mas acho que sim...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-2781447702964524213?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/2781447702964524213/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=2781447702964524213&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/2781447702964524213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/2781447702964524213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/09/wendfad.html' title='Wendfad...'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-1917474954689368399</id><published>2007-09-02T10:23:00.000-03:00</published><updated>2007-09-02T10:39:30.518-03:00</updated><title type='text'>Rûmeriaith...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#cc6600;"&gt;Minha imortalidade morre na ilusão que criei pra mim mesmo. Como, então, entre tantas personalidades, reconhecer qual "eu" foi bom e me permitiu descobrir o primeiro? De qualquer forma essa ilusão se chama como um alguém por que procuro desesperado e que não é mais do que um visitante do meu desejo. E tanto tempo passou... E um tempo tão pequeno acontece junto de mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#cc6600;"&gt;Andar e correr e ficar preso no deserto, quando parecemos tanto conosco mesmos; quando insistimos em parecer conosco mesmos. Mas isso é fácil, já que não existe um "eu"... Então nos desfazemos de toda ilusão e criamos ou encontramos novas delas. Pela escuridão - a música, cantâmo-la e jogamos pedras que escorregam pela ponta dos dedos antes de não serem nada, mas existirem ecoando, porque ecoam. Talvez seja sempre assim e até agora é sempre agora...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-1917474954689368399?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/1917474954689368399/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=1917474954689368399&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/1917474954689368399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/1917474954689368399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/09/rmeriaith.html' title='Rûmeriaith...'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-6305237818868586282</id><published>2007-07-22T20:06:00.000-03:00</published><updated>2007-10-31T15:37:58.866-02:00</updated><title type='text'>Eco - Um homem num deserto é o próprio deserto...</title><content type='html'>&lt;div  align="justify" style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;De tudo que pude perceber no caminho, percebo agora uma dádiva: sou fundo, muito fundo. Não sei bem a quem agradecer, se a Deus ou a quem sejas, ou aos que foram com seus estares ao mesmo tempo em que eu - tímido, um tanto perplexo como quem pela primeira vez reflete o Sol, procurei ser, apaixonado e recolhido no meu próprio estar por muito tempo. Mas percebi a profundez surda do meu sou. E quando pela primeira vez ouvi o baque ecoando, foi quando aprendi, apreendendo, é claro!, a matemática da coisa (a ciência - do prosaico - só a alcança quando fala certa língua...): quão mais demore, quão mais fundo será. Ah!, mas nessa hora estava louco, embriagado dos sons, seria prudente não me ouvir... Varrido pelo impulso imensamente leve da vontade de ser, minhas mãos escorregaram muitas vidas, algumas fabulosas, pra tocar o chão outra vez (Pasmem! nunca fora tocado!). Sempre sobra um quê de nós que se recusa à entrega. Diz que não e fica à parte da jornada, cética, esperando a comprovação do sucesso para seguir, às espiadelas e passos curtos de pingüim. Uma graça de ver! Aviltante de ouvir dizer. E ainda dizem que no final não se chega a parte alguma...! Não sou tão covarde, afinal... E agora já vou à praia.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div  align="center" style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div  align="center" style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div  align="justify" style="font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;E então pensamos no deserto. O desejo do mar é a contrapartida natural da solidão. É o desejo de se reintegrar, de se conectar a alguma coisa outra vez, quando nos sentimos muito espalhados. E mesmo que continuemos a gritar, o vazio não dá resposta; gritar no vazio só o torna mais vazio. Por isso alguns preferem a impressão da dor à própria dor; até ela acaba. É o mal com data de validade, é como tudo pelo que não podemos nos afeiçoar. Portos seguros não existem no mar, não se precisa deles lá. Espalhamo-nos por algo mais sensível do que o calor, não precisamos encarar o Sol nem recorrer à loucura no mar. E há tantos sons que - nem sei bem se enganam a sensação de solidão ou, antes disso, a preenchem - ouvimo-los com o corpo todo; os pêlos da nunca se arrepiam à primeira nota. A ubiqüidade do mar não é como a do deserto; no mar somos deuses, no deserto somos o deserto, de tão diluídos...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-6305237818868586282?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/6305237818868586282/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=6305237818868586282&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/6305237818868586282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/6305237818868586282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/07/eco-um-homem-num-deserto-o-prprio.html' title='Eco - Um homem num deserto é o próprio deserto...'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-3686803051114981158</id><published>2007-07-05T18:00:00.000-03:00</published><updated>2007-07-05T18:04:44.727-03:00</updated><title type='text'>La mer des étoiles un de telle façon sec... - La douleur de vivre c'est bleu</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ucgEROii4bM/Ro1cV6W-txI/AAAAAAAAAA0/qxdPMooHNt8/s1600-h/estrela03.1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5083821085883807506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ucgEROii4bM/Ro1cV6W-txI/AAAAAAAAAA0/qxdPMooHNt8/s320/estrela03.1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;Tinha um jeito quase que todo seu para fazer as coisas. Dizia e desdizia, e pensava que era original, tão cheio de si... E teve um dia, deve fazer um tempinho já, quando faltou luz. E só sobrou a luz das estrelas. Ele achava que já as tinha visto, muitas vezes, sempre igual, sempre iguais, mas pela primeira vez a viu-as refletida e refletidas nos rostos das pessoas. Havia tantas delas, de todos os tipos, tantas almas coloridas e diversas. E todas elas brilhavam com uma luz azul, amálgama de prata e anil. E dessa luz sugou toda a sua loucura, gritou como um doido varrido, pra que alguns desses rostos se voltassem pra ele. Subiu e subiu, sempre mais alto, o mais alto que pôde, ficou de pé sobre seu próprio eu até que os pudesse ver todos ao mesmo tempo: pequenos vaga-lumes, poeira de estrela em que as estrelas desfilavam; e os olhos, ah!, os olhos! eram a negrura assutadora do firmamento. Então percebeu que todas as coisas estavam em todas as coisas. Mas não sorriu. Chorou. Chorou um choro apertado, silencioso; chorou o choro das estrelas que se sentem tão sozinhas, por aí e por ali, em toda parte. E havia tantas delas e deles que não havia um sequer... Havia só o haver...Então chorou um choro de verdade, lavado de lágrimas, salgado como o mar que sempre tentara dizer-lhe tudo aquilo. Mas a violência dos seus sons não o permitiram, tinha muito medo dele. E seguiu chorando, olhando as estrelas das pessoas... E viu que a dor de viver era até a luz dos vaga-lumes. E só. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-3686803051114981158?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/3686803051114981158/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=3686803051114981158&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/3686803051114981158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/3686803051114981158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/07/la-mer-des-toiles-un-de-telle-faon-sec.html' title='La mer des étoiles un de telle façon sec... - La douleur de vivre c&apos;est bleu'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ucgEROii4bM/Ro1cV6W-txI/AAAAAAAAAA0/qxdPMooHNt8/s72-c/estrela03.1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-4231995583221888354</id><published>2007-06-12T21:47:00.000-03:00</published><updated>2007-06-12T21:55:57.573-03:00</updated><title type='text'>Tired - Tœln bân mae dœln...</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;- Codeine, sirene, and then I screen...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;(Always tryin', it doesn't fit)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;- Caffeine, a teen, so lean, between...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;(Still not it)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;- He seemed, so mean, for me, nineteen...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;(To keep it with)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;- Unseen, unclean and I'm so keen..&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;(Yet no hit)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;- So vain, like this, it's just obscene..&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;I split, &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;myself,&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;my self, &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;no rhythm&lt;br /&gt;No form,&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;like this,&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;life's so remiss,&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;cuz all&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;I see&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;it is&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;that love&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;has gott&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;no rhyme.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;It does not fit, it does not match,&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;and when it hits, always a mess.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;So tired...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-4231995583221888354?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/4231995583221888354/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=4231995583221888354&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/4231995583221888354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/4231995583221888354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/06/tired-tln-bn-mae-dln.html' title='Tired - Tœln bân mae dœln...'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-9202820843580290102</id><published>2007-06-07T10:06:00.000-03:00</published><updated>2007-06-07T10:18:15.761-03:00</updated><title type='text'>A existência é uma realidade forçada, imposta e de tão pensada, irreal...</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffffff;"&gt;Eu&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffffff;"&gt;sou&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffffff;"&gt;Nós&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffffff;"&gt;somos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffffff;"&gt;Ser&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffffff;"&gt;é&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffffff;"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffffff;"&gt;inevitável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Queria não ser obrigado a ser. Que tolice...! É como pedir pra deixar de ser negro, ou dizer ao seu coração: "te proíbo de continuar batendo". A existência não é real! Ela já está lá antes de nós, ela se sustenta a despeito do que pensamos dela. De tudo, inexistir é o mais difícil, e passamos grande parte da vida tentando. Talvez, como diria Machado, seja só &lt;em&gt;a eterna contradição humana&lt;/em&gt;. Somos os únicos que sabemos que somos, e tentamos deixar de ser... A dor do ser é tão profunda, tão aguda que nos leva a desejar o estar como &lt;em&gt;modus vivendi&lt;/em&gt;. Cansa, cansa, sim...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-9202820843580290102?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/9202820843580290102/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=9202820843580290102&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/9202820843580290102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/9202820843580290102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/06/existncia-uma-realidade-forada-imposta.html' title='A existência é uma realidade forçada, imposta e de tão pensada, irreal...'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-4923903095815510965</id><published>2007-05-31T18:24:00.000-03:00</published><updated>2007-05-31T18:29:26.373-03:00</updated><title type='text'>Ser ou não-ser? - Rû, mae rû...</title><content type='html'>&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Qual um amor feroz, dentro, uma guerra,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;o Ser e o Estar que em si encerra,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;é um veneno, uma luta a ferro,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;que de medo em mim m'enterro.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Não ser, com tudo...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;E raia o dia, se faz qual erro,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;caminho não-sendo, o abismo negro,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;que em pés suaves, se torna terra&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;de outro abismo que não se encerra.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;(...) Ser, contudo...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;by a little prince who fears to grow up...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-4923903095815510965?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/4923903095815510965/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=4923903095815510965&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/4923903095815510965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/4923903095815510965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/05/ser-ou-no-ser-r-mae-r.html' title='Ser ou não-ser? - Rû, mae rû...'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-8351470659610443262</id><published>2007-05-14T16:26:00.000-03:00</published><updated>2007-05-14T16:45:36.738-03:00</updated><title type='text'>Porquês - Ennin cýnen...</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ucgEROii4bM/Rki7z-DTkTI/AAAAAAAAAAs/X4WeHYuUWuM/s1600-h/MagritteGaiola.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5064504282482708786" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ucgEROii4bM/Rki7z-DTkTI/AAAAAAAAAAs/X4WeHYuUWuM/s320/MagritteGaiola.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#339999;"&gt;Eu acreditei porque eu quis.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#339999;"&gt;Eu indaguei porque não sabia.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#339999;"&gt;Eu sou porque eu fui.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#339999;"&gt;Eu quis por que eu acreditei?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#339999;"&gt;Não sabia porque indaguei.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#339999;"&gt;Eu fui por que eu sou?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#339999;"&gt;Porque quis eu acreditei...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#339999;"&gt;Não sabia por que indaguei...&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#339999;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#339999;"&gt;Sou como um pássaro cego numa gaiola. Se pudesse ver, acharia que estou preso, e me indagaria o porquê. Se me indagasse o porquê, deixaria de ser livre, como era. Se me indagasse o porquê, poderiam-me arrancar à gaiola, e eu seria ainda um pássaro numa gaiola. Mas sou cego. Não me indago porquês e por isso posso aproveitar ao máximo essa liberdade em potencial. E um dia alguém virá, e me indagará o porquê, e então poderei abrir os olhos e ser livre. Os porquês são tão falaciosos quanto grades de ar...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;color:#339999;"&gt;Não compreendo os que pensam que os porquês remetem a uma coisa. Acho muito &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;desatentos&lt;/span&gt; os que acham que os porquês remetem a duas coisas. Não direi mais nada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-8351470659610443262?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/8351470659610443262/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=8351470659610443262&amp;isPopup=true' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/8351470659610443262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/8351470659610443262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/05/porqus-ennin-cnen.html' title='Porquês - Ennin cýnen...'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ucgEROii4bM/Rki7z-DTkTI/AAAAAAAAAAs/X4WeHYuUWuM/s72-c/MagritteGaiola.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-7647762808575711466</id><published>2007-04-29T12:55:00.000-03:00</published><updated>2007-04-29T13:09:22.025-03:00</updated><title type='text'>Um tempo - Am Ceth Óvard Bœthn am...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#999999;"&gt;Queria viver na Rússia, porque não falo uma palavra de russo... Queria não entender o português. Perco horas em regressão atrás de regressão, assustado, tremendo, frustrado, tentando descobrir qual a primeira, pra que venha um filho da puta e com uma frase, uma titica de som e sentido, e me traga de volta ao plano das coisas mundanas. Detesto tudo que é doméstico, odeio tudo que é diário. Quero rasgar e fazer em mil pedaços essa porra de pintura. Eu só quero 5:30, eu só queria estar lá. Só queria estra senta(n)do. Prefiro nenhum corredor a um corredor tão escancarado. Tap-tap-tap pra lá e pra cá, quero que pare, não quero mais ouvir, quero que me deixem-me, e que vão todos pro inferno.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-7647762808575711466?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/7647762808575711466/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=7647762808575711466&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/7647762808575711466'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/7647762808575711466'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/04/um-tempo-am-ceth-vard-bthn-am.html' title='Um tempo - Am Ceth Óvard Bœthn am...'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-2426680738382258180</id><published>2007-04-22T08:13:00.000-03:00</published><updated>2007-04-22T09:14:54.788-03:00</updated><title type='text'>De urso a Pierre - Tharen Hynde</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Era uma vez um menino triste, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;que chorava e dizia:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;"nada de bom nunca acontece".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Era uma vez um menino triste e só,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;que chorava e dizia:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;"queria que algo acontecesse...".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Era uma vez um menino triste, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;só e choroso,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;que sentava e dizia:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;"queria não querer..."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Era uma vez um dia qualquer,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;e o menino triste, só e choroso, não disse nada,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;apenas ouviu.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Eis uma vez um menino triste, só e atento,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;que esperava por alguma coisa que&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;(preciasava!) aconteceria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Era uma vez um rapaz triste,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;que ouviu e esperou,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;e eis que ouviu mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Eis uma vez um rapaz triste,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;que ouviu a vida lhe dizer:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;"querer é importante, mas a paciência também..."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Era uma vez um rapaz triste, e cheio de esperança,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;que sentou e esperou,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;e entendeu que algo aconteceria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Era uma vez uma rapaz triste, que esperava por algo,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;e que não queria,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;porque sabia que não precisava.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Era uma vez um homem triste,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;que olhou pra frente e viu,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;e ouviu o que tanto quis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Eis uma vez um homem feliz,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;que percebeu,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;que a vida oferece o quanto ele estava pronto pra ter.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;É dessa vez um menino feliz,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;que agora pode querer,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;porque sabe que é sempre mais do que isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;"Mornië alantië..."&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=hhUhiDjID1I"&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=hhUhiDjID1I&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#6600cc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-2426680738382258180?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/2426680738382258180/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=2426680738382258180&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/2426680738382258180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/2426680738382258180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/04/era-uma-vez-um-menino-triste-que.html' title='De urso a Pierre - Tharen Hynde'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-117051356351130903</id><published>2007-02-03T12:32:00.000-02:00</published><updated>2007-02-03T12:42:06.240-02:00</updated><title type='text'>Libertação! Gil huir, egae ódan...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;font-size:130%;color:#993399;"&gt;Por que sempre pensamos que nossas esperanças têm alguma coisa a ver com a realidade? Costumamos achar, quando somos arrebatados por um sentimento muito forte, que de alguma maneira misteriosa, por alguma razão inexplicável, o universo vai colaborar conosco, vai nos enredar numa teia de circunstâncias convenientes. Uma das curiosas propriedades da paixão é justamente a de fazer crescer nosso otimismo a um ponto tal que chegamos a esquecer que vivemos num universo de sorte; às vezes um sentimento é tão abrangente, nos preenche de um jeito tão inebriante que perdemos a noção de realidade. Tudo que existe passa, de uma maneira ou outra, a se relacionar àquilo. E então nos parece ridículo que algo tão maior que nós mesmos exista, pura e simplesmente, e que não se reflita de nenhuma maneira no desenrolar dos fatos. É irrisório pra um apaixonado que a única relação entre o mundo exterior e suas emoções é aquela que a imaginação cria; ninguém que esteja amando cogita, por um segundo sequer, que os outros não têm nada a ver com aquilo, e que não existe ninguém zelando por aquele sentimento e cuidando pra que ele seja bem sucedido. Esse é o erro mais perigoso, e infelizmente o mais comum entre os que amam. A verdade é que, crenças à parte, não existe nenhuma entidade ou força minimamente interessada em tornar nossos sonhos realidade. A própria esperança é um sentimento que nasce sem nenhum estímulo externo; é a crença de que tudo vai dar certo surgida do nada, sem nenhum indício de que as coisa vão ser assim ou assado. Ela nasce e habita em nós, nós a alimentamos e ela não tem a ver senão conosco, mas no enlevo da paixão, esquecemos que ela não tem razão fora de si mesma pra ser. É uma ilusão auto-sustentável que nos afasta dos fatos. Em suma, quando percebemos algum indício de que os acontecimentos vão ao encontro das nossas expectativas, o mais prudente seria lembrar que geralmente somos nós mesmos projetando nossas vontades em fatos totalmente alheios a elas.&lt;br /&gt;O amor, mais do que a esperança, é um sentimento dúbio. O amor apaixonado é um sentimento que difere dos demais naquilo que é o mais importante no que tange a relações humanas: ele não exige reciprocidade! A amizade, o amor fraternal e paterno e o próprio ódio são emoções que nascem de eventos que invariavelmente envolvem as duas partes. Não criamos laços de amizade afastados, ninguém se torna amigo de outra pessoa sem que essa sinta o mesmo (ainda que, algumas vezes, aconteça de a amizade ser mais forte de um lado que do outro...), ou pelo menos sem conviver com ela; da mesma forma, não odiamos alguém sem que nos façam algo. É justo, então, amar alguém tanto que o bem-estar dessa pessoa se torne mais relevante pra nós do que o nosso próprio? É justo que a emoção mais arrebatadora de todas não implique nenhuma reciprocidade ou passado? O foda é que a vida não é justa! A gente vive numa porcaria de mundo em que o tamanho dos nossos esforços não é proporcional aos nossos sucessos; um mundo em que a alegria de um quase sempre é causa de tristeza pra outro; um mundo em que uma pessoa ama outra mais do que a si mesma e essa pessoa escolhe uma terceira por razões que seria doloroso demais tentar descobrir. Isso me leva a perguntar: vale a pena se deixar cativar sabendo que nada garante a felicidade do sentimento, mas sim que tudo aponta pro fracasso? Vale a pena investir num amor que só vai fazer sentido pra um coração esperançoso, sendo a própria esperança um desvio de percurso? Nós vivemos uma vida em que o amor se torna, a cada dia, “&lt;em&gt;persona più non gratta&lt;/em&gt;”, e não é sem razão. É preciso muita coragem pra se apaixonar, e infelizmente a coragem também arrefece.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-117051356351130903?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/117051356351130903/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=117051356351130903&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/117051356351130903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/117051356351130903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/02/libertao-gil-huir-egae-dan.html' title='Libertação! Gil huir, egae ódan...'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-116856705529804316</id><published>2007-01-11T23:50:00.000-02:00</published><updated>2007-01-12T21:44:59.076-02:00</updated><title type='text'>Grace's poem! Gwende, mae 'wende, nû i aeg!</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3549/4288/1600/18696/Yuuko,%20Watanuki%20e%20Doumeki.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/3549/4288/200/453964/Yuuko%2C%20Watanuki%20e%20Doumeki.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;"You and me, we used to talk,&lt;br /&gt;like a river underground, the sewer where we used to walk.&lt;br /&gt;The hole at the end empties out to the pier,&lt;br /&gt;where paper boats now disappear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me, I try to send this note,&lt;br /&gt;float it like a paper boat.&lt;br /&gt;But paper dissolves and words are weak,&lt;br /&gt;I try to say, but I don't speak."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Você e eu, nós costumávamos conversar,&lt;br /&gt;como um rio subterrâneo, o esgoto onde constumávamos andar.&lt;br /&gt;O buraco no final verte pra terminar no cais,&lt;br /&gt;onde barcos de papel não navegam mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a mim, tento enviar essa lembrança,&lt;br /&gt;que flutue como um barco de papel.&lt;br /&gt;Mas papel desfaz e a palavra é fraca,&lt;br /&gt;eu tento dizer mas perco a fala."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#cc9933;"&gt;Às vezes nós temos tanto pra dizer, mas por fraqueza, medo, diplomacia ou raiva, calamos. Aff, e como resolver os problemas sem mencioná-los, mes élèves? Se alguém tiver a resposta, &lt;em&gt;please, let me know&lt;/em&gt;. O fato é que chegamos a certos momentos em que nos é dada uma escolha. Como não sabemos tudo, e, muitas vezes, não entendemos os outros, temos que escolher baseados na própria dinâmica dos acontecimentos: sem entender o sentimento alheio com perfeição, atemo-nos a indícios de como os outros estão: se os indícios estão corretos, tudo vai bem; se os interpretamos mal, o caldo azeda. Muito cruel, de uma simplicidade matemática revoltante (alma ≠ matemátia, devia, sempre, ser assim!), bastante hegeliano, etc. É a vida, enfim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;color:#cc9933;"&gt;Hoje, numa conversa corriqueira, surgiu uma dúvida que, conquanto seja fútil e inútil, é divertida: como nós seríamos se tivêssemos nascido no outro gênero? Minha priminha chegou à conclusão de que, enquanto filha única, seria um pouco egoísta, mas, de resto, bem como é agora. Eu, que tenho já uma relação mais peculiar com os gêneros, ponderei se minha vida não seria mais fácil. Bah, a verdade é que gosto de ser homem, diaxo! Coçar o saco, arrotar, e ao mesmo tempo poder compartilhar com as mulheres aquelas pequenas futilidades que lhes dão a graça e o encanto. Emperequetar-se, por mais superficial que pareça, representa mais do que simples vaidade, eu acho: é como um ricto, uma ascese em que se pesam os prós e contras do relacionamento humano, tomam-se decisões para o futuro e, claro, faz-se fuxico, mas eu abstraio essa última parte. Três vivas para os salões de beleza! Mas, a conclusão a que cheguei e que me pareceu mais importante foi que, simplesmente, o gênero é devéras irrelevante: deveria saber disso há mais tempo, mais o fato é que, chaninha, pênis, enfim, sexo e sexualidade não andam&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;color:#cc9933;"&gt; necessariamente juntos. Aprendi a abraçar minha sexualidade sem me preocupar com meu sexo. A cabeça é que diz quem somos, e nada mais. Deixar a vida ser malbaratada porque não dá pra fazer filhinhos e formar família? Bem, família é mais que simples sangue, e, quanto aos filhos, pra isso serve a cachaça.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;color:#cc9933;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-116856705529804316?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/116856705529804316/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=116856705529804316&amp;isPopup=true' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/116856705529804316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/116856705529804316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/01/graces-poem-gwende-mae-wende-n-i-aeg.html' title='Grace&apos;s poem! Gwende, mae &apos;wende, nû i aeg!'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-116810253868003264</id><published>2007-01-06T14:27:00.000-02:00</published><updated>2007-01-12T09:35:25.463-02:00</updated><title type='text'>O Menino e o Carvalho - I beriaen bân i odhred</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Era uma vez um menino que, por sentir-se triste, sentou-se à sombra de uma árvore, e chorou. Em meio ao som dos seus soluços, ouviu uma voz lhe perguntar "por que és triste, rapazinho?" Virou-se para a esquerda, e então para a direita, e não havia ninguém; olhou para cima, apenas o céu, e depois para baixo, apenas a grama. Então, às suas costas, sentiu um farfalhar suave e acolhedor e, ao se virar, o enorme carvalho à sombra do qual se sentara parecia inclinar-se sobre ele. Seus grandes galhos balançavam e o vento produzia neles um som agradável e melancólico. Sentindo-se um tanto bobo, perguntou à árvore: "sois vós quem me fala?". Em meio ao silêncio que se seguiu à pergunta, virou-se depressa, olhando para frente, vexado pela própria ingenuidade: "uma árvore falar, pois sim!", resmungou. "Pois sim, uma árvore pode perfeitamente falar, e ouvir e entender o que se lhe diz." Assustado, o rapaz virou-se e, mais uma vez, só o que viu foi o grande carvalho sendo agitado pelo vento, parecendo ainda maior do que antes. E, para sua surpresa, ele lhe disse, os galhos parecendo simular a intenção das palavras:&lt;br /&gt;- Sou uma árvore, mas não qualquer árvore. Sou um carvalho, e contudo sou mais do que isso. Mas diz-me, por que és triste?&lt;br /&gt;Os olhos voltados para o chão, o rapaz respondeu:&lt;br /&gt;- Sou triste porque me cativaram... Mas por que dizeis "és" em lugar de "estás"? Como podeis saber quem sou, se vos acabo de conhecer?&lt;br /&gt;- Ora, ser e estar são duas faces da mesma moeda, pequenino. Se estás triste é porque algo te aconteceu para que te sentisses assim. E tudo que nos acontece se torna parte de nós. Não sabes que somos o produto d'um dia após o outro? E por acaso também ignoras que cada pequeno acontecimento cria em nós uma nova experiência, soma-se a nós de alguma forma? Desse modo, se estás triste, és triste, pois aquilo que lhe toma a alegria já se tornou parte de ti. E quem és, isso sim não tem muita relevância, pois o és para os outros, e não para ti. De fato, poder-se-ia dizer que percebo quem és melhor do que aqueles que te conhecem há mais tempo, pois, livre das ilusões que os sentimentos criam, percebo em ti apenas o que é evidente. Minha visão não foi nublada pela compaixão, pelo amor ou pelo ódio.&lt;br /&gt;- De fato eu ignorava que era assim... Mas se quereis saber quem sou, asseguro-vos que não sei, mas sei, isso sim, quem estou. Sabeis o que é cativar?&lt;br /&gt;A árvore, agora calma, respondeu-lhe com uma voz de brisa, úmida e fria, que lembrava o som do vento que balançava seus galhos alguns segundos antes:&lt;br /&gt;- Ah, sim, cativar, uma palavra que não ouço há bastante, bastante tempo. As pessoas nunca puderam entender bem o que é cativar, ou a importância de ser cativado. Mas sim, sei o que significa a palavra. Que tem ela? Dizes que és triste porque te cativaram? Explica-te.&lt;br /&gt;- Acontece, Senhor Carvalho...&lt;br /&gt;- Chama-me Huirodhred, é meu nome.&lt;br /&gt;- Não sabia que as árvores tinham nomes...&lt;br /&gt;- Ora, e por que não haveríamos de ter nomes?! Também somos únicas, cada uma de nós é diferente da outra, é claro que temos nomes! Mas continua, dizias...?&lt;br /&gt;- Dizia que fui cativado. Alguém se tornou importante pra mim. Tão importante que percebi que muitas coisas a que dava valor não eram assim imprescindíveis...&lt;br /&gt;- E isso é uma coisa ruim, pequeno? Não compreendo por que és assim tão cabisbaixo se a pior coisa que te passa é amar...&lt;br /&gt;- Acontece que é um amor não correspondido. Entreguei meu coração e minha alma, e nem sinceridade recebi em troca. Sou triste porque essa pessoa tem tudo e eu não tenho nada. Ela tem o poder para me destruir, e eu não tenho poder para enternecê-la.&lt;br /&gt;- Ora, e essa pessoa ama alguém?&lt;br /&gt;- Não, acho que não...&lt;br /&gt;- E ela sofre por algum motivo?&lt;br /&gt;- Creio que também não.&lt;br /&gt;- Então como podes dizer que ela tem tudo? De fato, eu diria que ela não possui nada além do desconhecimento sobre a própria pobreza. Pequenino, "ter" é mais uma palavra de cuja natureza as pessoas se esqueceram. Aliás, elas fazem muito isso. Em sua leviandade, tratam igual coisas que são diferentes. Distinções imensas lhes parecem sutilezas sem importância; escapam-lhes as nuanças das palavras, nas quais, tanto pior para elas, vive a própria alma da mensagem. E então, quando precisam dizer alguma coisa, acabam se confundindo. "Ter" é mais do que simplesmente possuir, entendes?&lt;br /&gt;- Não sei, talvez só a metade... - murmurou&lt;br /&gt;- A metade já é alguma coisa. O que quero dizer é que só “se tem-se” eternamente. Quer dizer, só se pode ter realmente aquilo que vai ser nosso enquanto vivermos. Aquilo que temos mas não sabemos desde quando ou até quando não é realmente nosso. Se alguém te dá um brinquedo, algo como um pião, tu podes dizer que vais mantê-lo para todo sempre?&lt;br /&gt;- Imagino que não...&lt;br /&gt;- E por que não?&lt;br /&gt;- Porque não sei se vou perdê-lo, ou se vai se quebrar, ou...&lt;br /&gt;- Enfim, não sabes o que pode acontecer a ele, ou, em outras palavras, nada te garante que o terás para sempre. Por isso mesmo, não podes dizer que o tens, mas, quando muito, que o possuis. O pião, ou uma bola, ou um amor, não passa de uma efemeridade. É como um empréstimo da vida, um favor com data de validade. Nós os obtemos sabendo, de antemão, que vamos perdê-los em algum momento. Contudo, há algumas coisas que são nossas e jamais poderão ser tiradas de nós. Crês que há nesse mundo alguém que te possa tirar a lembrança da pessoa amada? Ou a lembrança da tua tristeza? Ou a tua humanidade, ou a minha humanidade?&lt;br /&gt;- Não, seria impossível!&lt;br /&gt;- Imaginas o porquê?&lt;br /&gt;- Porque são parte de mim, eu acho.&lt;br /&gt;- Achas bem, hum, muito bem, essas coisas são de fato parte de ti. Entendes por que as tens? É porque são tuas e sempre serão tuas. Nesse mundo em que as coisas duram tão pouco, só podes dizer que tens aquilo que é parte de ti, como tuas lembranças e tuas experiências. Aquilo que a vida te ensinou vais carregar até morreres. Ora, tu não sofres?&lt;br /&gt;- Sim.&lt;br /&gt;- Mas antes disso não eras alegre?&lt;br /&gt;- Muito.&lt;br /&gt;- E ainda te lembras desse tempo?&lt;br /&gt;- Me lembro, me lembro de todas as coisas parecerem tão propositadas, tão cabidas... Como se tudo fizesse sentido, ou como se o mundo fosse um parque de diversões, desses em que com um bilhete se pode brincar todo o dia.&lt;br /&gt;- O que me dizes, desse modo, é que te lembras vividamente do que é a felicidade, e que bem sabes o que é sofrer. Esses sentimentos, ainda que terminem, deixarão cicatrizes em ti, marcas que nem o passar de todos os séculos, ou o calcar de mil outras lembranças poderão, de todo, apagar. E a intensidade dos fatos será como o calor da brasa que te marca: quão mais forte seja, mais fundo ferirá. E essas lembranças te acompanharão pelo resto dos teus dias: as más te trarão sabedoria, e as boas um alento para amainar a dor das más. E, quando expirares, vais olhar para trás e perceber que nenhuma das tuas posses tem cor, cheiro ou peso, mas que faziam brilhar ou sombreavam teus dias. E se mirares ou procurares saber de outros que se extinguiram ou se extinguem junto a ti, verás que a eles sucede o mesmo. E se eles forem como aquele que te cativou, verás que morre ou morreu miserável, pois sua mente não guarda lembranças e seu peito desconhece a saudade. Sim, lembra-te disso, a riqueza de um homem se mede pelo tamanho de suas saudades na hora em que esmorece. Entendes agora o que é riqueza?&lt;br /&gt;- Sim, riqueza é tudo aquilo que nos acompanha pelo resto da vida, pois só tem valor o que pode despertar a saudade. Todas as coisas efêmeras são dispensáveis, mas os sentimentos não, pois deixam as marcas mais vivas.&lt;br /&gt;- Hum, sim, sim, compreendeste bem. Então, ainda achas que não tens? E achas que aquele a quem entregaste teu coração é mais rico que tu?&lt;br /&gt;- Não sei se é mais rico, pois desconheço seu coração, o qual mantém cativo do mundo, mas sei que tenho. Tenho porque meu peito se comprime como que sob um peso sem peso, esmagado por uma força sem corpo; sei que tenho porque, quando me volto, sorriem para mim imagens de felicidade, revolta, medo, amor e ódio. E a desesperança de algumas é amenizada pela segurança de outras; a própria tristeza ganha cores, e as cores novos matizes. Mas, mesmo assim, resta uma dúvida...&lt;br /&gt;- E qual é?&lt;br /&gt;- Por que precisamos sofrer? Seria tudo tão mais fácil se pudéssemos apenas nos alegrar... Por que têm de haver pedras no meio do caminho?&lt;br /&gt;- Hum, ora, diz-me, o quanto vale o teu amor?&lt;br /&gt;- Não sei, como posso saber?&lt;br /&gt;- Ora, não podes! Justamente porque o que tem valor não tem valor é que precisas do sofrimento. Não podes saber quanto vale teu amor, mas podes sentir a importância dele quando o perdes. O sofrimento existe, desse modo, para que possamos medir o imensurável; ele É, porque, se não Fosse, todas as coisas nos pareceriam iguais, e não poderíamos distinguir o que é efêmero do que é eterno.&lt;br /&gt;- Como numa guerra? Dizem que só os que experimentam a guerra dão valor à paz...&lt;br /&gt;- De fato, me parece muito correto esse dito. Só os que experimentam o sabor amargo da violência aprendem que a paz, por monótona que seja, é valiosa.&lt;br /&gt;- Acho que compreendo melhor agora. Minha dor é preciosa, mais vale tê-la do que não tê-la, pois ela me torna mais rico e, mais do que isso, me torna mais forte. De agora em diante, não vou temer as dores que se me vierem sobre, mas vou fazer delas troféus; e dos meus sucessos, não farei troféus, mas eles serão como vídeos das partidas em que os troféus foram ganhos. Para cada troféu vai haver uma cena, e o troféu dará à cena um sentido, e a cena dará ao troféu um valor.&lt;br /&gt;- Sim, sim, vejo que compreendeste bem - disse o carvalho, e seus galhos cruzavam-se como se se risse com prazer - És um rapazinho muito esperto.&lt;br /&gt;- E vós sois sábia, mais sábia do que muitos que conheci que se arrogavam esse título, e não sei como posso agradecer pela ajuda que me prestastes. Existe algo que eu possa fazer por vós?&lt;br /&gt;- Se puderes, peço somente que não te esqueças de me visitar outras vezes, sinto-me só por aqui.&lt;br /&gt;- Então está combinado, virei visitar-vos sempre que puder. Também eu me sinto só, e vossa companhia preencherá o vazio dos meus dias. Até, Huirodhred.&lt;br /&gt;- Até, pequeno, até.&lt;br /&gt;E o menino se foi. Atrás de si, o grande carvalho balouçava. Para o transeunte desatento, não passaria de uma árvore antiga, marcada pelas intempéries e pelo tempo. Mas ele sabia que era mais do que isso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;"L'essentiel est invisible pour les yeux. Il faut chercher avec le coeur"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#339999;"&gt;Atoine de Saint-Exupéry&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#339999;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-116810253868003264?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/116810253868003264/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=116810253868003264&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/116810253868003264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/116810253868003264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/01/o-menino-e-o-carvalho-i-beriaen-bn-i.html' title='O Menino e o Carvalho - I beriaen bân i odhred'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-116801607811446216</id><published>2007-01-05T14:47:00.000-02:00</published><updated>2007-01-06T15:18:20.963-02:00</updated><title type='text'>Nhém!</title><content type='html'>&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,255)"&gt;Marie me ensinou que chique é ser inteligente; chique é sexy; em homenagem a uma diva, preparei isso, ela está entrando como um tufão na minha vida, abalando minhas estruturas e mudando meus preceitos:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,255)"&gt;"Se me aprumo ou me destruo,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,255)"&gt;se me arrumo ou me desgraço -&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,255)"&gt;não sei, não sei,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,255)"&gt;não sei se é mentira ou fato.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,255)"&gt;Sei que amo, e o amor é tudo,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,255)"&gt;tem gosto amargo e fronte delicada,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,255)"&gt;sei que um dia me achará morto,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,255)"&gt;mais nada."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,255)"&gt;Telefonema hoje, acho que fui mais frio do que achei que seria, mas, quem pode controlar o coração, mes élèves? A gente pensa que pedidos mútuos de desculpas consertam tudo, mas não é bem assim. As feridas têm seu próprio tempo, como tudo o mais, eu acho. Estava eu cuidando dos meus ais quando a pessoa ligou. Meu coração nem disparou, e isso é meio triste. Parecia tão perfeito...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,255)"&gt;Cecília Meirelles é phodda, com "ph" e dois "d's" de Toddy!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(0,0,0)"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,0,0)"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,255)"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-116801607811446216?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/116801607811446216/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=116801607811446216&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/116801607811446216'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/116801607811446216'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/01/nhm.html' title='Nhém!'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-38492311.post-116792946517354995</id><published>2007-01-04T14:39:00.000-02:00</published><updated>2007-01-04T22:41:02.943-02:00</updated><title type='text'>Inicial!</title><content type='html'>Como primeira postagem, acho que seria legal dizer o que vai haver por aqui. Esse blog é inútil, e sua única função é dar asas à inutilidade e, às vezes, total falta de foco do meu pensamento. Política, economia e sociologia, se forem tratadas aqui, vai ser meramente porque a minha futilidade conseguiu relacioná-las aos meus assuntos mais banais. Não esperem me ver discutindo nada que tenha um mínimo de utilidade prática, mas pode acontecer; falar da vida alheia e fazer fuxico, &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;nicht auch&lt;/span&gt;, mas também pode acontecer (mas a vida alheia só me importa a partir do momento em que pode ser usada como assunto de reflexão, contudo, o respeito à privacidade prevalece).&lt;br /&gt;Já vi alguns blogs em que os autores se dedicaram com afinco a fazer da vida de outrém um inferno; bobinhos, gastam tempo e energia, a vida do sujeito eventualmente vai entrar nos trilhos e a deles perde o rumo no percurso da malvadeza. Aviso desde já que tenho o que gosto de chamar de "adivinhação pro mal": se quiserem me atormentar com comentários toscos, a resposta vai ser rápida e letal (hauhauhauhau, tão Sharon Stone). Bom dizer também que, se não gostarem dos meus textos, loucuras etc, tentem me dizer isso educadamente, sou fraco pra elogios e posso acabar virando seu fã.&lt;br /&gt;Por enquanto é isso, primeiro texto deve aparecer em breve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=qWbGk5isCV4"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=qWbGk5isCV4&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/38492311-116792946517354995?l=princedesrenards.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://princedesrenards.blogspot.com/feeds/116792946517354995/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=38492311&amp;postID=116792946517354995&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/116792946517354995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/38492311/posts/default/116792946517354995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://princedesrenards.blogspot.com/2007/01/inicial.html' title='Inicial!'/><author><name>Le Petit Prince des Renards</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06069222533803586186</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='20' src='http://fsinfo.cs.uni-sb.de/~lynx/images/pfox.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry></feed>
